Em 18 de agosto de 1961, de forma injustificada o Presidente Jânio Quadros condecorou o terrorista Che Guevara com a insígnia Grã-Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul.

Entretanto, considerando que o atual governo tem como eixo libertar o país das amarras ideológicas, nota-se que é urgente a necessidade de se reparar este erro histórico.

Por isso, com fundamento no artigo 5º, inciso XXXIV da Constituição da República de 1988 e na competência do Conselho da Ordem disposta no artigo 5º do Regulamento da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, aprovado pelo Decreto n. 68055, de 13 de janeiro de 1971 encaminhei em 02/01/2019 para o Conselho da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul uma representação formal em face do terrorista Che Guevara, cuja memória é indigna de ser honrada com a mais alta honraria do país.

Nesta representação exponho em detalhes as razões fáticas pelas quais Che Guevara praticou atos incompatíveis com a dignidade da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, motivo pela qual o Conselho desta ordem a tem competência estabelecida pelo seu regulamento para cancelar a qualquer tempo o direito de uso de uma insígnia concedida pela Ordem em razão de atos incompatíveis com a dignidade da Ordem.

Exponho ainda razões jurídicas para que o decreto do Sr. Presidente Jânio Quadros de 18 de agosto de 1961 seja declarado nulo ou mesmo revogado pelo atual Presidente da República e Grão-Mestre da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, Jair Messias Bolsonaro.

Devo mencionar por último que jamais deixaremos de crer que é na DEMOCRACIA e na JUSTIÇA que repousa o derradeiro fio de confiabilidade, o último rescaldo da esperança.

Download da Representação: https://www.dropbox.com/s/1wgtoi5w7apcsll/Representacao%20-%20Che%20Guevera%20-comp%20-%20Assinado.pdf?dl=0